A urna dos covardes na eleição da UEPG
Esta foi uma das mais simbólicas eleições da UEPG. Sem força para manter uma chapa competitiva contra a atual gestão, os revoltados de sempre e os novos revoltados tentaram criar um factoide: seria hora de uma chapa só de mulheres comandar a instituição.
A inscrição para as eleições terminava na segunda e, no domingo à tarde, empurraram duas mulheres para a disputa. Por trás delas, 5 homens e uma mulher. Covardes que se esconderam nas sombras para evitar o próprio destino.
O primeiro homem: tentou ser um líder intelectual, um escritor, um político de esquerda, mas tudo que conseguiu foi ser um péssimo professor que ilude os alunos e esconde a mão na hora de bater naquelas pessoas que ele inveja. Curiosidade: nem foi votar. Queimem-se os outros.
O segundo homem: intelectualmente tosco, sem conseguir entender as coisas, grita para vender a ideia de que seus argumentos são os certos. Preconceituoso e desleixado, é a caricatura de qualquer ativista derrotado.
O terceiro homem: falsamente defensor do Direito, sempre com o risinho irônico, diz idiotices como se fossem fórmulas mágicas, e usa a estrutura sindical para se proteger enquanto se promove.
O quarto homem: frustrado porque queria um cargo-chave na estrutura para fazer negócio com o escritório que mantém clandestinamente, só pensa em ganhar mais ações contra a Universidade.
O quinto homem: bolsonarista no grupo de extrema esquerda, faturou tudo que podia enquanto enganava os amigos, só pensa em dinheiro, em comer e beber de graça, e em se dar bem. Piadista inconveniente, é a própria piada, da qual todos riem. Menos ele, que se leva a sério.
A mulher forte: ela se acha a mais relevante de todas as pessoas da face da terra, e queria lugar de mando, mas viu outras amigas assumirem papel mais relevante e se tornou ferina inimiga. Perdeu-se na vaidade.
Alguns fatos também ajudam a entender o resultado histórico: 70,1% dos votos. O “mentor intelectual” e alguns dos principais apoiadores da chapa intitulada Sem Medo, sequer foram votar. Um ex-vice-reitor, que agora acumula um cômodo cargo com o deputado Pinóquio também não foi votar. E é assim que se fazem as oposições sem presente e sem futuro. São só um triste passado.