Betinha lidera o jogo da eleição em 2026 em PG

Betinha lidera o jogo da eleição em 2026 em PG
24 mar, 2026
A prefeita de Ponta Grossa convocou os prefeitos do Estado para a “continuidade dos avanços”. “Sem medo. Sem experiências. Vamos com Flavio Bolsonaro mudar o Brasil. Vamos com Sérgio Moro fazer do Paraná um Estado ainda maior, melhor e mais humano."
Crédito: Divulgação

A prefeita de Ponta Grossa Elizabeth Schmidt (União) participou do ato de filiação do senador Sérgio Moro ao PL hoje, 24, em Brasília. Nas redes sociais, a Betinha celebrou o momento: “Vamos caminhar juntos por um Brasil diferente do que temos, por um Paraná ainda melhor que o nosso governador Ratinho Junior construiu nesses últimos 8 anos”.

Betinha convocou os prefeitos do Estado para a “continuidade dos avanços”. “Sem medo. Sem experiências. Vamos com Flavio Bolsonaro mudar o Brasil. Vamos com Sérgio Moro fazer do Paraná um Estado ainda maior, melhor e mais humano. Unidos e em paz!”.

Em Ponta Grossa, o grupo da prefeita Betinha mostra força e liderança. Venceu a eleição em 2024 e lidera novamente o jogo da eleição em 2026. Com Moro e Flávio, a prefeita vai em busca da eleição do presidente da Câmara Municipal, Julio Küller (União), para a Assembleia Legislativa, buscando ampliar a representatividade da cidade junto ao Governo do Estado.

Os irmãos Sandro Alex e Marcelo Rangel e a família Canto devem apoiar o candidato do governador Ratinho Júnior. Guto Silva, secretário das Cidades, que não decola nas pesquisas, deve ser o ungido pelo governador. O presidente da Assembleia Legislativa, Alexandre Curi (todos do PSD) e o secretário de Desenvolvimento Sustentável, Rafael Greca – que abriu a debandada do PSD e se filiou ao MDB –, devem se somar ao projeto. Se rachar, será muito difícil o governador fazer o seu sucessor.

Sergio Moro filia-se ao Partido Liberal para concorrer ao Governo do Paraná

A filiação do senador Sergio Moro ao partido do ex-presidente Jair Bolsonaro, o Partido Liberal (PL), foi prestigiada pela alta cúpula da legenda, hoje, 24, em Brasília. Além do presidente do partido, Valdemar Costa Neto, os líderes do PL na Câmara e no Senado, Sóstenes Cavalcante (RJ) e Carlos Portinho (RJ), além de dezenas de parlamentares, estiveram presentes.

Ao abrir o evento, Costa Neto confirmou a pré-candidatura de Filipe Barros e Deltan Dallagnol (Novo-PR) ao Senado no Estado. O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro falou que a composição para a chapa foi costurada com partidos e lideranças.

Flávio destacou o favoritismo de Moro indicado por sondagens eleitorais, reforçando que precisam “continuar trabalhando”. Moro foi o mais citado nos três cenários estimulados da última pesquisa IRG, divulgada na última quinta-feira, 19.

Flávio evidenciou a parceria com Moro no Senado, falando sobre a atuação na Comissão de Segurança Pública, onde eles dividem a presidência e a vice da mesa. Por sua vez, Moro iniciou sua fala dizendo que “o Paraná não vai faltar ao seu projeto presidencial”, se dirigindo a Flávio.

Moro também falou sobre as prioridades na campanha que está por vir, destacando a segurança pública como pilar. Ao falar sobre a sua filiação, Moro destacou que foi bem recebido no partido. “Política se faz com pessoas de palavra. Me sinto respaldado dentro do PL”, completou o senador.

A filiação do senador Sergio Moro ao PL representa mais do que uma simples mudança partidária: trata-se de um movimento com potencial de reorganizar o tabuleiro político no Paraná e produzir efeitos diretos na disputa nacional de 2026. Isso foi reforçado pela fala de Flávio Bolsonaro, destacando a importância do Paraná para o seu palanque.

“Você, tenha consciência de que a gente precisa do Paraná no nosso projeto. A gente pode fazer muito junto”, disse, dirigindo-se a Moro. “Conto muito com a sua força, com o seu palanque no Paraná”, completou. A esposa de Moro, deputada federal Rosangela Moro, também se filiou ao PL nesta terça.

Ao discursar, o deputado e pré-candidato ao Senado Filipe Barros lembrou as divergências que Bolsonaro e seus aliados tiveram com Moro. “Não estamos aqui para falar do passado. Mas estamos aqui falando do Brasil do futuro. Podemos seguir tendo divergências em alguns pontos, mas nunca no que é essencial. E essencial é tirar Lula do poder”, disse Barros.

Mesmo com a semana de votações remotas, deputados de estados como São Paulo, Santa Catarina, Minas Gerais e Roraima fizeram questão de estar em Brasília para acompanhar. (Com informações da Gazeta do Povo)

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